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  Covid-19

Covid-19: número de internações sobe 21,05% em um mês

Fiocruz recomenda que cuidados devem continuar

 

Foto: Marcello Casal Jr.  - Agência Brasil

Wellington Daniel

O total de internados em Petrópolis subiu 21,05% entre os dias 6 de agosto e 5 de setembro. É o que aponta um levantamento realizado pelo Diário com base nos números da Secretaria Municipal de Saúde. De acordo com a pasta, eram 95 pacientes na primeira data, em hospitais públicos e privados na cidade. Já no domingo, o boletim apontou para 115 pessoas.

Em comparação com o último dia de agosto, no entanto, houve uma pequena redução, de 10,16%. De acordo com os dados da Saúde, eram 128 pacientes internados naquela ocasião. A ocupação dos leitos de UTI foi de 58,82% para 47,06% e dos clínicos, de 52,08% para 58,33%.

Na última semana, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgou boletins que alertam para a situação atual. O InfoGripe trouxe que o Estado do Rio de Janeiro está com o nível de transmissão de vírus respiratórios muito alto. Além disso, os pesquisadores alertaram para sinais fortes de crescimento da tendência de longo prazo dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave.

No Boletim Covid-19, a Fiocruz trouxe a importância de se manter os cuidados, principalmente com a circulação da variante Delta. Para os pesquisadores, além da aceleração da vacinação, é necessário que se mantenha o uso de máscaras e distanciamento físico.

“As pessoas vacinadas certamente estão mais protegidas do risco de evoluir para casos graves e hospitalizações do que aquelas ainda não vacinadas. Entretanto, é importante observar que nenhuma vacina é 100% eficaz para impedir ou bloquear a transmissão, de modo que pessoas vacinadas podem, além de se infectar, ainda que em menor proporção do que os não vacinados e com risco bastante reduzido de evoluir para quadros mais graves, transmitir o vírus para outras”, diz parte do comunicado.

Os pesquisadores lembram que é necessário cautela e que os indicadores continuem sendo acompanhados nas próximas semanas. O temor por uma reversão da tendência nacional de melhoria se dá, justamente, pelo exemplo do Rio de Janeiro, com a circulação da Delta.

“O uso adequado de máscara, a manutenção de distanciamento físico e a higiene constante das mãos são práticas que deverão ser mantidas por um longo período, mesmo após o fim da pandemia. Possivelmente conviveremos por algum tempo com a Covid-19 como doença endêmica”, afirmam.



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