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  Automóveis
 Diário Automóveis
COLUNA

 

Projeto de lei na Alerj permite a donos de veículos mudar o número da placa

Proposta do deputado Anderson Alexandre atende às vítimas de roubos ou furtos 

Proprietários de veículos que tiverem as placas furtadas ou roubadas poderão solicitar um novo registro numérico ao Detran. É o que propõe o deputado estadual Anderson Alexandre (SDD) através do projeto de lei 4183/2021, em tramitação na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). A proposta também isenta do pagamento da taxa de emplacamento os proprietários que apresentarem o registro de ocorrência de furto ou roubo.

O deputado Anderson Alexandre justifica que com a nova placa Mercosul, sem lacre e apenas aparafusada nos veículos, os criminosos estão utilizando estas placas para clonagem de veículos e, assim, praticar outros crimes como assaltos, transporte de armas e drogas e até a venda dos veículos irregularmente.

De acordo com o projeto de lei, o Detran-RJ deverá disponibilizar em seu sistema, no momento do agendamento, a opção de alteração do registro numérico da placa por furto ou roubo.

Anderson Alexandre afirma ser inaceitável que cidadãos honestos recebam multas e tenham delitos imputados ao seu veículo, com o risco de responder processos administrativos e até criminalmente, devido ao fato de não conseguirem alterar o registro numérico na instalação da 2ª via da placa.

“Nossa proposta também corrige uma falha na legislação, não é justo que o cidadão, após ter a placa de seu veículo furtada ou roubada, ainda tenha que desembolsar a taxa de emplacamento. O Estado já isenta do pagamento da 2ª via no caso de documentos roubados, quando emitidos por órgãos públicos. Com relação ao furto e roubo de placas, não deveria ser diferente, o Estado precisa amparar o cidadão”, explica o deputado Anderson Alexandre. 

Deputado Anderson Alexandre afirma que vítimas de crime não podem ser ainda mais penalizadas

 

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No período de um ano, carro mais barato do Brasil teve reajuste de até 26%

 

Em meados de 2020, Renault Kwid e Fiat Mobi custavam R$ 34.990. Dentro de um ano, modelos foram remarcados e hoje custam respectivamente R$ 44.390 e R$ 43.990

PC Pedro Cerqueira

 (foto: Renault/Divulgação)

Com cenário desfavorável (dólar “caro”, escassez de alguns componentes e uma interminável pandemia), o preço dos veículos novos disparou. Desde meados de 2020, estamos acompanhando o que parece ser uma briga entre Fiat Mobi e Renault Kwid para não serem o automóvel mais barato do país.

Há cerca de um ano, os dois modelos custavam o mesmo preço: R$ 34.990. Logo o Mobi subiu para R$ 36.990. A Renault não deixou por menos e, em setembro, jogou o Kwid a partir de R$ 37.490. No fim do mês seguinte, o Mobi já custava R$ 38.990, superando um Kwid que já tinha sido remarcado para R$ 38.690.

No início de 2021, o Mobi já custava R$ 39.740, contra um Kwid um pouco mais barato, R$ 39.390. Os preços atuais desses modelos são R$ 43.990 para o Mobi e R$ 44.390 para o Kwid, encerrando até aqui esta corrida para não ser o modelo mais barato do Brasil.

A título de comparação, no intervalo de um ano o Mobi ficou 25,7% mais caro, enquanto o Kwid sofreu reajuste de 26,8%. Naturalmente, a cada remarcação a versão de entrada desses modelos ganharam um ou outro equipamento, mas nada que chegue a impressionar, já que o pacote de itens de série desses modelos é bastante modesto.

 (foto: Fiat/Divulgação)

Atual modelo mais barato do Brasil, o Fiat Mobi Easy 1.0 só custa mesmo os R$ 43.990 de tabela se for com a pintura em preto sólido. Nos itens de série, destaque para banco traseiro rebatível, para-sol com espelhos nos lados do motorista e passageiro, os obrigatórios airbags frontais e freios ABS, quadro de instrumentos com display digital de 3,5 polegadas, retrovisores com ajuste mecânico, rodas de aço com 14 polegadas e calotas. Sob o capô, o velho motor 1.0 Fire, com até 75cv de potência e 9,9kgfm de torque.

Já o Renault Kwid 1.0 custa R$ 44.390 apenas no branco sólido. Seus equipamentos de série trazem pré-disposição para rádio, airbags frontais e laterais, freios ABS, retrovisores com ajuste manual e rodas de 14 polegadas com calotas. O motor é o 1.0 de três cilindros, com até 70cv de potência e 9,8kgfm de torque, com baixo consumo de combustível e desempenho sofrível.

MAIS UM DEGRAU Esses modelos de entrada atingiram agora o preço médio que os compactos da prateleira de cima tinham em maio de 2018, portanto há três anos. Apesar de compactos, estes modelos eram mais equipados, trazendo de série ao menos ar-condicionado, direção assistida e vidros elétricos dianteiros.

Naquela época, os cinco modelos mais em conta na sequencia de Kwid e Mobi (que custavam respectivamente R$ 32.490 e R$ 34.690) eram: Chevrolet Onix 1.0 Joy (R$ 43.290), com aquela primeira carinha do modelo; Volkswagen Gol 1.0 Trendline (R$ 43.840), que não mudou nada; Hyundai HB20 1.0 Unique (R$ 43.990), da geração anterior; e os finados Ford Ka 1.0 S (R$ 44.780) e Nissan March 1.0 S (R$ 44.990).

Desses modelos, considerando apenas os que sobreviveram, o preço atual do Volkswagen Gol 1.0 é de R$ 60.260, um aumento de 37,4% nos últimos três anos. Já a versão de entrada do Hyundai HB20, a Sense 1.0, custa hoje 59.290, uma remarcação de 34,7%. O Chevrolet Onix Joy é vendido atualmente na versão única 1.0 Black, a partir de R$ 59.460, um incremento de 37,3% em relação ao preço praticado há três anos.

 


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