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  Cidade

Empresários enviam ao prefeito interino proposta de ajustes para as medidas restritivas

Renata Almeida – especial para o Diário

 

Um grupo de empresários da cidade enviou ao prefeito interino Hingo Hammes, uma carta com propostas de ajustes em respeito ao decreto municipal n°. 6143 de 29 de março de 2021, que contém medidas restritivas para frear a propagação da covid-19 no município. O documento solicita uma revisão sobre a proibição da abertura dos serviços e comércio e sugere novas ações para conter a pandemia.

Entre as considerações, os empresários destacam que “não são contra as normas de distanciamento social, higiene e conduta durante esse período tão grave da existência humana e considerando que muitos serviços foram elencados como essenciais e estão excluídos da proibição de funcionar durante a vigência do dito decreto constituindo um “lockdown parcial”. Ainda ressaltam que a proibição de funcionamento pode causar “consequente falência, desemprego, dívidas e caos financeiro no município”.

“Manter estes segmentos proibidos de trabalhar causará sua falência e imediato impacto na arrecadação municipal de impostos, desemprego e sobrecarga nos serviços públicos com a população desempregada sem recursos para plano de saúde, educação particular e demais serviços contratados pela população economicamente ativa que deixará de existir”, está no documento enviado pelo grupo que possui 57 estabelecimentos comerciais dos ramos de vestuário, estética, veículos, decoração, restaurante entre outros.

A carta ressalta também questões de impunidade no país e relata a eficiência da “Lei Seca” e ainda pedem “que revogue a proibição de funcionamento de todos os estabelecimentos no município caso haja a necessidade municipal ao final do decreto 6143 de postergá-lo e impondo no novo decreto metas de lotação, medidas sanitárias e determinando punições rígidas para quem de qualquer segmento desrespeitar o determinado nele, sendo multa exemplar, digo de proporções de dez vezes à hoje praticada, determinando valor superior a R$ 20.000,00 em multa por exemplo, suspensão ou cassação do alvará de funcionamento do estabelecimento e outras medidas que o excelentíssimo Sr. Prefeito e sua equipe acharem inerentes e cabíveis porém dando chances de trabalho à todos e retirando possibilidade de quem realmente age contra o distanciamento e boas normas de conduta sanitária nesse momento tão caótico de nossa existência”.

A equipe do Diário entrou em contato com a assessoria de comunicação do município parar saber o posicionamento do prefeito interino, que em nota informou:

 A Prefeitura informa que vem monitorando os dados epidemiológicos e o dia-a-dia nas unidades de saúde a fim de definir os próximos passos em relação às medidas restritivas. A decisão sobre os próximos passos das medidas restritivas será tomada neste domingo.



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