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  Farmácias

Farmácias têm falta de alguns antigripais

 

Gabriel Miranda – estagiário

A cidade de Petrópolis vem tendo dificuldade com remédios antigripais principalmente pela alta procura, o que vem zerando o estoque de algumas farmácias. Com isso, cresceu também a demanda por medicamentos anti-histamínicos e alguns analgésicos.O Diário realizou uma pesquisa em farmácias para acompanhar a situação destes remédios.

No levantamento realizado pelo jornal com seis farmácias da cidade foi observado que a falta de remédios para gripe é quase geral, sendo que três deles sequer tem a possibilidade de um similar. As farmácias pesquisadas foram:CityFarma, Farmácia Usimed, Drogaria Ultra Popular, Drogaria Tradição, Droga Raia, Drogaria Galanti.

Nas farmácias pesquisadas a principal ausência é do Acetilcisteina de 600mg, que não havia disponível em quatro locais. Apenas em uma drogaria havia o similar. O atendente da Drogaria Ultra Popular explicou que, com os aumentos dos casos na cidade, os antigripais estão em falta. Este discurso se repetiu na Cityfarma, que alegou que estão sem alguns destes medicamentos.

De acordo com aatendente de uma das farmácias o lockdown da China tem atrapalhado a distribuição. “Muitos produtos utilizam recursos vindos de lá e que estão presos nos aeroportos, tem a questão do dólar estar alto também. Uma questão que chama atenção é a mudança climática que está bem frio agora e houve uma maior demanda”, afirmou uma atendente.

Preços encontrados nas farmácias:

 

Falhas dos fornecedores

A maior razão para a falta dos medicamentos, segundo os profissionais, é a escassez no mercado, apontado como fator por 933 dos entrevistados. A alta inesperada da demanda foi mencionada por 561 dos profissionais ouvidos. Uma parte dos participantes (459) citou ainda falhas dos fornecedores e 222 disseram que os preços estão acima do razoável.

Segundo o Conselho Regional de Farmácia, a maior parte dos medicamentos em falta é integrada por formulações líquidas, o que afeta em especial os pacientes pediátricos, que têm mais facilidade de ingerir os medicamentos dessa forma.

Ainda de acordo com a entidade, além das falhas logísticas que afetam diversas cadeias industriais em razão da pandemia de covid-19, a guerra na Ucrânia e as fortes restrições de circulação para conter os surtos de coronavírus na China também prejudicam o abastecimento de remédios.

*Com informações da Agência Brasil

 



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