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Petrópolis gerou mais de 1 mil vagas de empregos formais em 2025

Até novembro foram registradas 27.873 admissões e 26.715 desligamentos

Foto: Agência Brasil
Foto: Agência Brasil


Larissa Martins

Em onze meses, Petrópolis gerou 1.158 postos de trabalho formais, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta terça-feira (30). Até o mês de novembro foram registradas 27.873 admissões e 26.715 desligamentos, alcançando o total de 71.020 trabalhadores com carteira assinada.

Entre os cinco grandes setores da economia, dois registraram saldos positivos em 2025. O resultado foi puxado, principalmente, pelo setor de serviços. Este foi responsável por gerar 675 novas vagas no ano. A indústria foi a segunda maior geradora de empregos, com 509 oportunidades, seguida pelo comércio que gerou 218 postos de trabalho.

Em contrapartida, a agropecuária e a construção apresentaram resultados negativos, com -24 e -220, respectivamente.

Em 2024, de janeiro a novembro, Petrópolis registrou 28.301 admissões e 26.339 desligamentos, resultando em um saldo positivo de 1.962 postos. O estoque total de trabalhadores com carteira assinada chegou a 70.260.

Na ocasião, o resultado também foi puxado pelo setor de serviços (675), que se destacou, seguido pelo comércio (223) e construção (116). Já a agropecuária (4) e a indústria (4) apresentaram os menores resultados.

Empregabilidade nacional

No acumulado de janeiro a novembro de 2025, o país gerou saldo positivo de 1.895.130, decorrente de 25.055.514 admissões e 24.160.384 desligamentos. Do total, 1,462 milhão eram postos de trabalho típico e 434 mil eram não típicos.

No acumulado dos últimos 12 meses (dezembro de 2024 a novembro de 2025) o saldo positivo é de 1.339.878, menor que o saldo observado no período de dezembro de 2023 a novembro de 2024 (1.781.293).

Segundo os dados de rotatividade dos últimos doze meses, que consideram os desligamentos descontados (retirando mortes, aposentadorias e demissões voluntárias), a taxa de rotatividade aumentou  de 32,33% para 33,15%.

Para o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, a combinação de crescimento econômico, inclusão social e melhora do ambiente de trabalho é essencial para sustentar a geração de empregos de qualidade e a competitividade da economia brasileira nos próximos anos. “Enxergo 2026 como um ano positivo para o mercado de trabalho, resultado de um processo de continuidade das políticas que estamos implementando agora. As medidas que entram em vigor a partir de janeiro, como o aumento real do salário-mínimo e a ampliação da isenção do Imposto de Renda, vão fortalecer a renda, estimular a economia e criar um ambiente favorável para mais emprego de qualidade em 2026”, argumentou.

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