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Petrópolis termina janeiro com saldo negativo de empregos formais

Mesmo possuindo mais demissões do que contratações, o município tem o maior número no acumulado desde o começo da base de dados

Foto: Arquivo
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Vitor Cesar - estagiário

A cidade foi destaque negativo no último levantamento de criações de postos de empregos formais. De acordo com o painel de informações do Novo Caged, Petrópolis terminou o mês de janeiro com saldo negativo entre admissões e desligamentos. Ao todo, houve 2.193 admissões e 2.366 desligamentos no quadro de empregos formais da cidade. No acumulado, a cidade conta com 70.253 empregados, o maior número desde o começo da base de dados do Novo Caged, em 2020.

Entre os setores, o único que apresentou aumento no número de vagas foi o da indústria (34). Já comércio (-187), serviços (-9), Construção (-8) e agropecuária (-3) apresentaram pequenas quedas no balanço empregatício.

O panorama nacional já é de bastante otimismo. O país registrou um aumento de 112.334 postos de trabalho com carteira assinada, ao contabilizar  2.208.030 admissões e 2.095.696 demissões no primeiro mês de 2026. Com esses números, o Brasil alcançou 48,5 milhões de vínculos empregatícios formais ativos.

Ao separar por setores, quatro dos cinco apresentaram crescimento. A Indústria apresentou o melhor resultado, com a criação de 54.991 vagas. Também tiveram saldo positivo os setores de Construção (50.545), Serviços (40.525) e Agropecuária (23.073). Apenas o Comércio registrou redução (-56.800), diminuição que, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, pode ser explicado pela sazonalidade após o fim do ano.

O estado do Rio de Janeiro teve o pior saldo entre todos do Brasil. Com um saldo de menos 13.009 empregos formais em janeiro, a Unidade Federativa contribuiu negativamente para os saldos da região sudeste, que ficou em terceiro entre todas. O estado gerou 128.194 admissões e 141.203 desligamentos, mantendo 3.967.366 vínculos em estoque. Os destaques ficaram por parte de Santa Catarina (19.000), Mato Grosso (18.731) e Rio Grande do Sul (18.421).

A média de salários no país também mostrou avanços. Em janeiro deste ano, a média foi de R$2.389,78. O valor representa aumento de 3,3% em relação ao mês anterior, e, um crescimento de 1,77% em relação a janeiro de 2025.

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