Moradores da Avenida Getúlio Vargas, no Quitandinha, estão denunciando o estado de abandono da pracinha do bairro, que, segundo relatos, se encontra completamente deteriorada, sem manutenção básica e sem qualquer atenção do poder público. O espaço, que deveria servir como área de lazer e convivência para as famílias, hoje apresenta sinais de descaso e inutilização.
Além da precariedade da praça, a comunidade também chama a atenção para problemas graves de segurança viária ao longo da via. A principal reivindicação é a instalação urgente de redutores de velocidade em trechos considerados críticos, especialmente nas proximidades de instituições de ensino e locais de grande circulação de pedestres.
Os moradores pedem a implantação de lombadas ou outros dispositivos de controle de tráfego próximo à Escola Municipal Professora Jandira Peixoto Bordignon, nas imediações do depósito da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e em frente ao Colégio ISPE.
De acordo com a população, o risco é constante. Recentemente, uma moradora foi atropelada em no local, episódio que reforça a gravidade da situação. Para a comunidade, a solicitação deixou de ser preventiva e passou a ser uma medida emergencial para evitar novas vítimas.
Outra preocupação é o acúmulo de entulho nas redondezas do colégio, além da ausência de calçadas adequadas. Sem espaço seguro para circulação, pedestres incluindo crianças são obrigados a caminhar pela pista, dividindo espaço com veículos que trafegam em alta velocidade.
Os moradores cobram providências imediatas da Prefeitura para a revitalização da praça e a adoção de medidas que garantam mais segurança e qualidade de vida à população local.
A reportagem entrou em contato com a Prefeitura de Petrópolis, porém, até o fechamento da matéria, não obteve retorno.
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