Procons fiscalizam para não haver aumentos abusivos
A guerra no Oriente Médio está mexendo com a economia mundial. A incerteza sobre a falta de combustíveis está fazendo com que muitos estabelecimentos aumentem os preços, ou estoquem esperando por maior procura para elevar os valores.
A Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça e Segurança Pública (Senacon) reuniu nesta terça-feira (17) mais de 100 Procons estaduais e municipais para organizar a ampliação das ações de fiscalização do mercado de combustíveis. De acordo com a secretaria, a mobilização está focada na coleta de preços em postos de combustíveis para análise sobre possíveis valores abusivos.Em Petrópolis ainda não foram registradas altas elevadas. No levantamento realizado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), em janeiro o Etanol era vendido, em média, a R$ 5,76 variando R$ 0,41 centavos em cada estabelecimento. O Gás Natural Veicular (GNV) custa R$ 4,77 e/ou R$ 4,99 sem registro de variação, demonstrando estabilidade dos valores praticados.
A Gasolina foi um dos combustíveis mais caros. Na pesquisa da ANP, o preço médio de revenda da Comum foi de R$ 6,54, podendo chegar a R$ 6,82 em alguns pontos da cidade. O preço médio da Gasolina Aditivada é ainda maior, sendo R$ 6,89, com variação de R$ 0,10 centavos, para mais ou menos, de estabelecimento para estabelecimento.
O Diesel estava com o preço médio de revenda entre R$ 6,21 e R$ 6,36.
Já na primeira semana de março o preço médio de revenda da gasolina comum foi de R$ 6,82 e o máximo chegou a R$ 6,89. Ainda na cidade, a gasolina aditivada registrou preço médio de revenda de R$ 6,89. Outro dado que chama atenção é que o valor máximo da aditivada chegou a R$ 6,99.
No mesmo período do ano passado, o preço médio de revenda da gasolina aditivada na Cidade Imperial era de R$ 6,63 e o máximo, de R$ 6,89. A diferença no valor médio, quando comparado aos números mais recentes, é de R$ 0,26. Já o valor máximo registrou aumento de R$ 0,10.
Na última quinta-feira (12) o governo federal anunciou que zerou as alíquotas de PIS/Cofins incidentes sobre o diesel, o que representa redução de R$ 0,32 por litro. Também autorizou o pagamento de subvenção a produtores e importadores de diesel, no valor de R$ 0,32 por litro. Além disso, tenta convencer os Estados a zerarem o ICMS do diesel importado.
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