51 escolas do Ensino Fundamental participam das ações com as equipes da Educação, Defesa Civil, Comdep e Meio Ambiente
A Prefeitura iniciou nesta terça-feira (12/5), as atividades do programa Escola Resiliente. Este ano, 51 unidades de rede municipal, que contam com o Ensino Fundamental, estão participando. A Escola Municipal Germano Valente, no Centro, foi a primeira unidade a receber as atividades.
O programa Escola Resiliente tem o objetivo de capacitar estudantes do Ensino Fundamental para atuarem de forma ativa na prevenção/mitigação, preparação, resposta e reconstrução diante de emergências. As atividades são desenvolvidas pelas equipes da Defesa Civil, Comdep e Meio Ambiente, em parceria com a Educação.
“Aumentamos o número de escolas dentro deste programa que transforma as unidades em multiplicadoras de uma cultura de prevenção. Ser uma cidade resiliente não é apenas ter infraestrutura, é preparar as pessoas. E essa preparação deve começar também nas escolas”, disse o prefeito Hingo Hammes.
As atividades contam com oficinas onde os estudantes aprendem sobre desenvolvimento sustentável, redução de resíduos sólidos, utilização de pluviômetros caseiros, respostas em momentos de emergência, rotas de fuga entre outros. “Quando ensinamos uma criança e adolescente sobre rotas de fuga ou preservação ambiental, estamos formando cidadãos que cuidam da sua comunidade e também da cidade”, reforçou o secretário de Proteção e Defesa Civil, Guilherme Moraes.
A secretária de Educação, Poliana Ferrarez, destaca a importância do programa Escola Resiliente para os estudantes . "O programa reforça o papel da escola como um espaço essencial para o desenvolvimento de competências voltadas à adaptação climática e à redução de riscos, preparando jovens para atuar de forma eficaz em situações de emergência".
As atividades vão acontecer ao longo do ano nas 51 unidades. “Estamos integrando a Defesa Civil, a Educação, a Comdep e o Meio Ambiente para que as escolas sejam espaços seguros e que os estudantes saibam agir em momentos de emergência, tanto dentro da escola quanto nas suas próprias casas”, disse a geóloga da Defesa Civil de Petrópolis e coordenadora do Programa Escola Resiliente, Caroline Dutra.
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